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Teatro Viriato 

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3500-160 VISEU, PORTUGAL


T. 232 480 110 

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em criação

 

A DANÇA E A LITERATURA

com Catarina Câmara 

(estreia 2020)

A DANÇA E A MATEMÁTICA

com Pedro Carvalho

(estreia 2021)

 

O projeto A Dança e o Ensino Criativo, com duração de três anos (2019, 2020, 2021), assenta na realização de três módulos independentes, um em cada ano, com as temáticas: A Dança e a FilosofiaA Dança e a Literatura e A Dança e a Matemática. Os formadores Leonor Barata, Catarina Câmara e Pedro Carvalho assumem, respectivamente, cada um dos módulos, criando uma oficina de reflexão e pesquisa teórico-prática a apresentar a turmas de escolas desde o 1º ciclo ao ensino Secundário ou entidades de programação interessadas, da região de Viseu, assim como do território nacional, procurando capitalizar o interesse/intervenção dos alunos para as artes e cultura. Todos os módulos focam-se no pensamento transversal e de aproximação das vertentes cientifica e artística, através de práticas de questionamento entre pensamento educativo e o universo artístico.

em digressão

 

(set/2019)

direção e coreografia

ANTÓNIO CABRITA e SÃO CASTRO

música ao vivo

QUARTETO DE CORDAS DE MATOSINHOS

Pode dizer-se que Last perdurou (em inglês, to last) nas nossas cabeças como a peça que queríamos criar, mas que não encontrava o tempo-espaço certo para acontecer. Em 2014, com Play False, elegemos Shakespeare como o anfitrião para nos orientar ao longo de uma peça em que o texto e a palavra foram a matéria para os nossos gestos e movimentos. No universo da imagem, em 2016, Henri Cartier-Bresson e o seu trabalho fotográfico, levou-nos à criação de Rule of Thirds, onde o corpo em pausa se tornou o enquadramento perfeito para um trabalho sobre movimento. A música seria a próxima protagonista. (...)

(abr/2019)

A convite do Município de Viseu

MEMÓRIAS DE PEDRA.

TEMPO CAÍDO

Paulo Ribeiro

 

Estreia/Reposição

É curioso tentar falar sobre o que nos é intimamente próximo com a distância de quem passa por isso. Esta terra tem algo que a afasta do tempo, como se nele se passeasse. Povo de sobreviventes que carregam a fatalidade que lhes estreita a alma e alimenta o fado. Pedras vivas que parecem cantar o seu silêncio a memória do que nos foi particular.

 

Paulo Ribeiro, 1999

 

A convite do Município de Viseu, "Memórias de Pedra. Tempo Caído" regressa aos palcos. Vinte anos depois, o coreógrafo Paulo Ribeiro repõe a peça que inaugurou a vida da Companhia Paulo Ribeiro como estrutura residente em Viseu.

(jan/2019)

Direção e conceção Luiz Antunes

Direção coreográfica

António Cabrita e São Castro

Seis figuras em cena que, entre o lento e a explosão – num exercício gerador do que é acontecer – viajam por momentos de solidão, de raiva e de julgamentos físicos, brutos carregados de novos dogmas e moralismos, cenas que por acontecerem estão a ser reais. Uma peça sobre o acontecimento enquanto ação contínua com diferentes intenções e velocidades, que se reflete na vida de cada um e é interpretado distintivamente.

 

Todos, Alguém, Qualquer Um, Ninguém resulta de uma encomenda do Teatro Viriato à Companhia Paulo Ribeiro, companhia residente desde 1999, para a criação de um espetáculo que retrate os acontecimentos marcantes das últimas duas décadas. No ano em que acontecem os 20 anos do Teatro Viriato.

(nov/2018)

de Henrique Rodovalho

Quatro bailarinos portugueses e um coreógrafo brasileiro – numa linguagem artística que não expressa a palavra, mas sim o que ela quer ou que não consegue dizer: a dança - enveredam pelo questiona- mento que atravessa toda a peça e que incide sobre a violência. Corpos e movimento, que através da sua singular comunicação, expõem géneros, níveis e questões inerentes à ausência e à presença dessa violência. A violência no ser, do ser. A violência perpetrada ao mundo, do mundo a cada um. A violência de viver ou de perder a vida. A violência enquanto sentimento humano.

(abr/2018)

 

De António Cabrita e São Castro

com Clara Andermatt, Olga Roriz,

Paulo Ribeiro e Rui Horta

 

Clara Andermatt, Olga Roriz, Paulo Ribeiro e Rui Horta são os coreógrafos que integram a BOX 2.0 – Instalação Holográfica, um projeto que nasceu da vontade de levar o “corpo dançante” para um local fora do contexto comum de apresentação do espetáculo e/ou da performance, de quebrar a barreira espaço/tempo. Através da ilusão holográfica, António Cabrita e São Castro propõem ao público uma aproximação do que poderá ser uma extensão da Dança num espaço e tempo que não são os convencionais. Uma instalação holográfica que tem como objetivo debruçar-se sobre a pluralidade de linguagens/identidades criativas de diferentes coreógrafos/bailarinos congregadas num objeto cénico e perpetuadas através de um holograma. Corpos que dançam e que permanecem, por tempo indefinido, ao olhar de quem os observa.

(nov/2017)

 

de Paulo Ribeiro

 

Um passeio com Jiří Kylián. É assim que Paulo Ribeiro apresenta a sua nova criação de homenagem a um coreógrafo que respira o presente e exala a intemporalidade, alguém que carrega uma mão divina. Um coreógrafo que é - para Paulo Ribeiro - uma referência maior, com quem quer comunicar, partilhar, passear intensamente.

 

Em Walking with Kylián. Never Stop Searching, Paulo Ribeiro aproxima-se de Jiří Kylián, do que está por trás das suas obras, para refletir sobre a diversidade das suas linguagens coreográficas, especialmente, sobre a diferença entre elas; mas também sobre a eficácia da linguagem e do pensamento no ato da criação. Uma coreografia para cinco intérpretes e a mão de Deus...

(nov/2017)

de António Cabrita e São Castro

A partir do monólogo “O Contrabaixo”, de Patrick Süskind, António Cabrita e São Castro aprofundam a reflexão sobre como as pessoas ocupam um território comum, abordando problemáticas que norteiam a condição humana; ampliando o gesto como movimento elaborado e exteriorizado dessa reflexão. 

(2019)

Oficina nas e para as Escolas

 

A DANÇA E A FILOSOFIA

com Leonor Barata

 

O corpo dançante como um corpo que pensa e, nessa medida, encerra em si, as grandes questões filosóficas. Em A Dança e a Filosofia, Leonor Barata explora os pontos de contacto entre Dança e Filosofia, apostando na primeira para facilitar a compreensão da segunda e desenvolvendo esta como motor da primeira. Assim, o espaço da Dança será o espaço de laboratório que permitirá refletir e discutir sobre o percurso de cada um, os seus desejos, a sua posição no mundo e face ao outro.

 

A Dança e a Filosofia é o primeiro dos três módulos do projecto A Dança e o Ensino Criativo (2019 -2021). Esta oficina tem como público-alvo alunos do 3ºciclo e Ensino Secundário.

 

CECI N'EST PAS UN FILM

- DUETO PARA MAÇÃ E OVO

2016

Não ilustramos um filme. Dialogamos com imagens, imagens com passado mas com futuro incerto.


Imagens que se vão habitando de gente, de vivências, de histórias suspensas...


Imagens que caminham para o dueto da maçã e do ovo que, por sua vez, sugere a elevação do amor.


Amor... Imagem entre o tempo que se arrasta rodopiando sobre si próprio e o dueto, que de tanto querer voar, se amarra ao chão.


Amor que se torna possessivo, exigente, dependente, desesperado, exaltado, sufocante; mas também patético, cómico, trágico-cómico, lúdico, frívolo, virtuoso, sinuoso, cabotino e esvaziado.

A FESTA (DA INSIGNIFICÂNCIA)

2015

A Companhia Paulo Ribeiro celebra vinte anos, e não houve um único sem uma ou mais criações. Há neste percurso um movimento perpétuo de exploração de espaço, ideias, conceitos, dúvidas, encontros, desencontros, surpresas, enfim, uma coreografia que soma todas as outras num espaço aberto delimitado apenas pela interioridade. Um mergulho no mais profundo de si próprio com a vontade de encontrar o que de melhor se pode oferecer a quem decide partilhar esta aventura connosco. Como diz Bergman, sem um tu não pode haver um eu. É esta a beleza de todas as relações, muito especialmente a da relação entre autor e público. 

MODO DE UTILIZAÇÃO

1990 / 2014

Modo de Utilização é uma peça que de forma despretensiosa e com algum humor, combate a necessidade de racionalizar a dança, dando-lhe espaço para existir por si mesma transmitindo uma energia vital e poética, em que o sentido da coreografia está naquilo que não é dito, mas sim sentido... 

SEM UM TU NÃO

PODE HAVER UM EU

2013

Nesta coreografia, que torna inesquecível o tema "Insensatez", de Robert Wyatt, há a dança de um coração em carne viva. Um eu que quer conjugar a segunda pessoa do singular, como quem diz “sou tu, também tu”, mais do que “sou teu”. Há mais entrega que posse. Entre gestos lentos e límpidos, passos periclitantes e desmoronadiços, e movimentos sísmicos, Paulo Ribeiro desenha um mapa afectivo. O coreógrafo transforma-se num sismógrafo de tremores emocionais.  Nesta peça, há amor, ódio, solidão, angústia, dilemas conjugais, luta interior, desmoronamento, mãos e mãos. E há convulsão. Um corpo, que de tão vivo, joga xadrez com a morte. No final, uma catarse que ilumina. O choro que irrompe, como orvalho ao amanhecer. 

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