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Teatro Viriato 

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3500-160 VISEU, PORTUGAL


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A FESTA (DA INSIGNIFICÂNCIA)

2015

Duração 90 min. 

Público-alvo m/ 16 anos 

coreografia e direção Paulo Ribeiro

interpretação Ana Jezabel, Filipa Peraltinha, Teresa Alves da Silva, 

Rosana Ribeiro, São Castro, Allan Falieri, André Cabral, 

António Cabrita, João Cardoso e Valter Fernandes

música Tom Zé, Matthew Shlomowitz e Ben Harper 

consultoria e direção musical Miquel Bernat

músicos ao vivo

Drumming Grupo de Percussão: Miquel Bernat e Miguel Moreira

figurinos José António Tenente

desenho de luz Nuno Meira

produção Companhia Paulo Ribeiro

coprodução 

Théâtre National De Chaillot; Les 2 Scènes - Scène Nationale de Besançon; 

Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest;

Teatro Nacional São João e Teatro Viriato

apoio Câmara Municipal de Viseu

agradecimentos Companhia Nacional de Bailado

Nota de intenções

20º aniversário da companhia paulo ribeiro

A Companhia Paulo Ribeiro celebra vinte anos, e não houve um único sem uma ou mais criações. Há neste percurso um movimento perpétuo de exploração de espaço, ideias, conceitos, dúvidas, encontros, desencontros, surpresas, enfim, uma coreografia que soma todas as outras num espaço aberto delimitado apenas pela interioridade. Um mergulho no mais profundo de si próprio com a vontade de encontrar o que de melhor se pode oferecer a quem decide partilhar esta aventura connosco. Como diz Bergman, sem um tu não pode haver um eu. É esta a beleza de todas as relações,  muito especialmente a da relação entre autor e público. 

O processo criativo é quase sempre angustiante, mas também festivo. Inevitavelmente celebramos a totalidade das nossas possibilidades físicas e mentais. Há sempre uma entrega que nos  ultrapassa. Há sempre surpresa, há sempre festa!!!!! Há sempre uma dimensão de ritual que nos transforma, que vivifica, que altera, que nos aproxima do outro.

E é esta a minha festa. Quero festejar para dar corpo às motivações interiores e  secretas. Dar corpo à utopia, à expectativa, à vontade de criar uma plataforma de entendimentos e cumplicidades. E isso não se limita ao espaço circunscrito do palco. Estende-se  a todos os que estão presentes, sejam eles passivos ou ativos.

Porque a festa é a todas as dimensões...

A festa é já um múltiplo poliédrico de emoções provocadas pela relação com a natureza, com o outro e com as forças imanentes que se gozam na alegria com que se exterioriza a sua própria evocação. Uma são muitas; muitas são uma!

É sempre evasão do quotidiano; carnaval de transgressão; má(s)cara que oculta personagens de convencionais rotinas. Sempre corpo e alma, grito explosivo de alegria e liberdade.

Enfim, a festa pode ser tudo, desde que manifestação de prazer. Até mesmo a simples carícia é uma festa...

Paulo Ribeiro e João Luís Oliva

carreira do espetáculo

2015

ESTREIA: 13 e 14 novembro // CULTURGEST, Lisboa, Portugal

revista de imprensa