ESTRUTURA FINANCIADA POR

logo_rodape_dgartes_branco.png

COMPANHIA RESIDENTE

logo_rodape_teatro_viriato_branco.png

PARCEIRO

CONTACTOS

Teatro Viriato 

Largo Mouzinho de Albuquerque 
3500-160 VISEU, PORTUGAL


T. 232 480 110 

M. geral@pauloribeiro.com

SIGA-NOS

  • mail_send_branco_new
  • Facebook - White Circle
  • Instagram - White Circle
  • Vimeo - White Circle
antena2.png

direção artística

SÃO CASTRO

Iniciou a sua formação em dança no Balleteatro Escola Profissional de Dança e de Teatro do Porto (1995-1998); e, em 2002, concluiu a sua licenciatura em Dança pela Escola Superior de Dança, do Instituto Politécnico de Lisboa.  

 

O seu percurso na interpretação iniciou-se no Balleteatro Companhia, entre 1997 e 1999; tendo passado, posteriormente, pela Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (entre 2001 e 2004), pelo Ballet Gulbenkian (2004/2005) e pela Companhia Instável (2012). Enquanto intérprete trabalhou com coreógrafos como Né Barros, Isabel Barros, Rui Lopes Graça, Benvindo Fonseca, Sofia Silva, Vasco Wellenkamp, Paulo Ribeiro, Hofesh Shechter, Olga Roriz, Clara Andermatt, André Mesquita, Tânia Carvalho, Luís Marrafa, entre outros.  

 


Em 2009, iniciou-se na coreografia com a criação do solo “aTempo” e, nos anos seguintes, coreografou para a Companhia de Dança do Algarve; para a Escola de Dança do Conservatório Nacional, com apresentação no International Youth Festival Expression (Grécia); Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo; Projecto Quorum e Companhia de Dança de Almada (2016).  

 

 

Entre 2011 e 2016, desenvolveu em colaboração com o coreógrafo e bailarino António Cabrita o projeto |acsc|. Em 2015, os dois coreógrafos foram distinguidos com o Prémio Autores da Sociedade Portuguesa de Autores na categoria Melhor Coreografia com a peça “Play False” e nomeados, em 2016 e 2017 com as peças “Tábua Rasa” e “Turbulência”, ambas em cocriação com Henriett Ventura e Xavier Carmo, numa coprodução entre a Companhia Nacional de Bailado e a Vo’Arte. A peça intitulada “Rule of Thirds”, estreada em Abril de 2016, foi considerada pelo jornal Público como um dos melhores espetáculos de Dança deste ano. Foi distinguida pelo Instituto Politécnico de Lisboa com a Medalha de Prata de Valor e Distinção (2016). Em 2017, a convite de Luísa Taveira, São Castro e António Cabrita criaram “Dido e Eneias” para a Companhia Nacional de Bailado.  

 

Foi recentemente convidada pelo Município de São João da Madeira, no âmbito comemorativo do Dia Mundial da Dança, para fazer a curadoria do evento “ A cidade dança “. 

 


São Castro e António Cabrita são, atualmente, diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro. A primeira peça que criaram enquanto diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro, “Um Solo para a Sociedade” estreou em junho de 2017. Em 2018, estrearam “Box 2.0 – Instalação Holográfica”. E, em 2019, depois da colaboração em “Todos, Alguém, Qualquer Um, Ninguém”, de Luiz Antunes; preparam-se para estrear em setembro, no Teatro Viriato, uma nova criação, intitulada “Last”, uma coreografia para uma partitura de Beethoven, com a participação ao vivo do Quarteto de Cordas de Matosinhos. 

Outras Criações

Dido e Eneias | 2017 | coreografia de António Cabrita e São Castro | Companhia Nacional de Bailado

 

Contos do Abstrato | 2017 | coreografia de António Cabrita e São Castro | Companhia Nacional de Bailado

 

Turbulência | 2016 | coreografia de António Cabrita, Henriett Ventura, São Castro e Xavier Carmo | Companhia Nacional de Bailado

 

Rule of Thirds | 2016 | coreografia de António Cabrita e São Castro | Companhia Nacional de Bailado

 

The Art of Losing | 2016 | coreografia de São Castro | Companhia de Dança de Almada

 

Tábua Rasa | 2015 | coreografia de António Cabrita, Henriett Ventura, São Castro e Xavier Carmo | Companhia Nacional de Bailado

 

Play False | 2014 | coreografia de António Cabrita e São Castro

 

Wasteland | 2012 | coreografia de António Cabrita e São Castro

 

Box – Instalação Holográfica| 2013 

 

aTempo | 2009 | coreografia e interpretação São Castro