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jovens

bailarinos

projeto'21

coreógrafa convidada TÂNIA CARVALHO

Produção Companhia Paulo Ribeiro

m/ 6 anos | 45 min. aprox.

 

Coreografia Tânia Carvalho 

Assistente da coreógrafa Matilde Barbas 

Interpretação e respetivas instituições de ensino 

Guilherme Carvalho (Escola de Dança Ginasiano), 

Guilherme Vieira e Joana Sousa (Balleteatro Escola Profissional), 

Inês Alves (Conservatório de Dança do Vale do Sousa), 

Miguel Teixeira (Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra),

Verónica Ribafeita (Escola de Dança Lugar Presente) 

 

Música XNX 

 

Figurinos Tânia Carvalho 

 

Desenho de Luz Tânia Carvalho e Cristóvão Cunha 

 

Vídeo-documentário Tomás Pereira

 

Produção Companhia Paulo Ribeiro 

 

Este projeto é financiado pelo 

Município de Viseu, no âmbito do programa Viseu Cultura 

Depois de uma primeira edição, em 2019, conduzida por São Castro e António M Cabrita, diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro, o “Projeto Jovens Bailarinos” renova-se em 2021, com a direção coreográfica da conceituada coreógrafa Tânia Carvalho. 

Dirigido a instituições de ensino de dança, este projeto, produzido pela Companhia Paulo Ribeiro, tem o intuito de proporcionar uma oportunidade a seis alunos do ensino artístico especializado em dança, que se encontram a finalizar a sua formação, de experienciarem um processo de criação em dança, em contexto pré-profissional, usufruindo de todas as condições artísticas, técnicas e de produção. 

A acompanhar a peça coreográfica será apresentado um

vídeo-documentário de todo o processo de criação deste projeto, realizado por Tomás Pereira.

De Grão ao Mar

Ser um grão de areia a fugir, ou grão-de-bico inteiro, que engolido por um bico granívoro no abismo cai. Ou então voa, como folha de árvore seca, que estala e se desfaz ao ar quente que sobe, mas que ao esfriar cai. Cai suave como nuvem, que ao aterrar no pico de uma montanha se mistura e desfalece até chegar ao mar.

Utilizei este texto em tempos num workshop. Achei que poderia vir um dia a ser o mote para uma peça. E, eis-que aqui chegou. 

Encadear os pensamentos apenas para os baralhar de novo uma vez mais.

A criatividade é como que uma entidade que usa os corpos para se manifestar. 

Usa o que chamamos de natureza “árvores, pedras, flores” no fundo tudo o que existe, pois «não criatividade» é estagnação. A criatividade nunca para, é um encadeamento de acontecimentos. Ora por aqui, ora por ali. 

Imagine se um mundo em que todas as árvores são iguais… vazio

A criatividade é também a natureza e sem ela não podemos viver.

As «nossas» danças são livres de se manifestarem como quiserem. Os nossos corpos darão vida a essas forças criativas que irrompem sem o querer/poder dominar.

Tânia Carvalho