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direção artística

ANTÓNIO CABRITA

Licenciado pela Escola Superior de Dança, do Instituto Politécnico de Lisboa (2008), António Cabrita fez também formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional (2000) e estudou Dança no Joffrey Ballet School, Nova Iorque (2001). Paralelamente à sua formação em Dança, fez o curso de Cinema da New York Film Academy (2001) e o curso de Criatividade Publicitária da Restart, Lisboa. Tem desenvolvido trabalho como bailarino, coreógrafo, vídeo-designer e sonoplasta. 

 

Como bailarino trabalhou com coreógrafos como Rui Horta, Né Barros, Silke Z., António Tavares, Tânia Carvalho, Ana Rita Barata, Pedro Ramos, Felix Lozano, Paulo Ribeiro e Luís Marrafa, entre outros. Participou em projetos e festivais tais como o projeto Colina; Repérages; Festival Temps D’Image; Festival In Shadow; New Age, New Time (Teatro Viriato, Viseu). Entre 2007 e 2015 foi artista residente na companhia alemã SilkeZ./Resistdance. António Cabrita iniciou-se na coreografia, em 2009, com a criação do projeto “To Fail”. Em 2014, foi nomeado como coautor da peça “Abstand” do coreógrafo Luís Marrafa para o Prémio Autores da Sociedade Portuguesa de Autores, na categoria Melhor Coreografia.  

 

Entre 2011 e 2016, desenvolveu em colaboração com a coreógrafa e bailarina São Castro o projeto |acsc|. Em 2015, os dois coreógrafos foram distinguidos com o Prémio Autores da Sociedade Portuguesa de Autores na categoria Melhor Coreografia com a peça “Play False” e nomeados, em 2016 e 2017 com as peças “Tábua Rasa” e “Turbulência”, ambas em cocriação com Henriett Ventura e Xavier Carmo, numa coprodução entre a Companhia Nacional de Bailado e a Vo’Arte. A peça intitulada “Rule of Thirds”, estreada em Abril 2016, foi considerada pelo jornal Público como um dos melhores espetáculos de dança deste ano. Foi distinguido pelo Instituto Politécnico de Lisboa com a Medalha de Prata de Valor e Distinção (2016). Em 2017, a convite de Luísa Taveira, António Cabrita e São Castro criaram “Dido e Eneias” para a Companhia Nacional de Bailado.  

 

António Cabrita e São Castro são, atualmente, diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro. A primeira peça que criaram enquanto diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro, “Um Solo para a Sociedade” estreou em junho de 2017. Em 2018, estrearam “Box 2.0 – Instalação Holográfica”. E, em 2019, além da colaboração em “Todos, Alguém, Qualquer Um, Ninguém”, de Luiz Antunes; preparam-se para estrear em setembro, no Teatro Viriato, uma nova criação, intitulada “Last”, uma coreografia para uma partitura de Beethoven, com a participação ao vivo do Quarteto de Cordas de Matosinhos. 

Outras Criações

Dido e Eneias | 2017 | coreografia de António Cabrita e São Castro | Companhia Nacional de Bailado

 

Contos do Abstrato | 2017 | coreografia de António Cabrita e São Castro | Companhia Nacional de Bailado

 

Turbulência | 2016 | coreografia de António Cabrita, Henriett Ventura, São Castro e Xavier Carmo | Companhia Nacional de Bailado

 

Rule of Thirds | 2016 | coreografia de António Cabrita e São Castro | Companhia Nacional de Bailado

 

Tábua Rasa | 2015 | coreografia de António Cabrita, Henriett Ventura, São Castro e Xavier Carmo | Companhia Nacional de Bailado

 

Play False | 2014 | coreografia de António Cabrita e São Castro

 

Wasteland | 2012 | coreografia de António Cabrita e São Castro

 

Box – Instalação Holográfica | 2013 

Abstand | 2013 | coreografia de António Cabrita e Luís Marrafa

 

To Fail | 2009 | coreografia de António Cabrita